Boa Notícia Para o Setor Imobiliário: Governo Anuncia Medidas Para Impulsioná-lo

Em outubro passado, o Governo Federal anunciou 3 importantes medidas que certamente causarão grande impacto ao mercado imobiliário. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, espera-se que o volume de financiamento imobiliário cresça dos atuais 1,65% do Produto Interno Bruto (PIB) para um patamar de 4% a 8% do PIB até 2010, volume considerado pequeno ainda, se comparado com países como a Espanha (30% do PIB) ou o México (10% do PIB).

Talvez a principal das medidas anunciadas seja  a real possibilidade de remanejar o financiamento, ou seja, os clientes poderão optar por transferir a dívida e continuar pagando em outra instituição financeira, em busca de melhores taxas, o que deverá  ocasionar  concorrência entre os bancos e uma possível redução das taxas de juros.

Outra medida em estudo tenta reduzir os riscos durante a construção e o financiamento dos imóveis. Segundo o ministro da Fazenda, o governo quer criar seguros para as obras e empréstimos. “Isso reduziria os custos”, disse. Na atualidade,  as entidades bancárias já oferecem seguros nos financiamentos imobiliários. Mas este seguro é opcional, legalmente opcional. Entrando em vigor,  a medida evitaria problemas como os que já ocorreram com algumas construtoras que não cumpriram com seus compradores e  deixaram  milhares de mutuários sem imóveis porque as obras não tinham seguro e, para lograr concluí-las, os compradores tiveram de assumir estes custos, que não estavam , obviamente , em sua programação de gastos .

Para concluir, outra medida que o governo estuda é a criação de um cadastro nacional de imóveis, criando uma matrícula única  a fim de   organizar e reduzir a burocracia relacionada com a documentação para a compra ,por vezes tão conflitiva.
 
Seguiremos com o tema, queridos leitores…

Acompanhem-me…
                                       Lila de Méndez
                                   lila@imoveisvideo.com

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Interessante Pesquisa Descobre Que Na Atualidade Os Tipos De Família Podem Ser Agrupados Até Em 7 Faixas…

Chegamos onde se presumia que um dia chegaríamos: a típica família brasileira não se restringe mais a pai, mãe  e 2 ou  3 filhos; uma recente pesquisa descobriu que o perfil do consumidor  do mercado imobiliário paulistano  deve tomar em conta  na atualidade 7 novos tipos de núcleos familiares que devem ser considerados.

 O trabalho, realizado por Eugenio Publicidade, há 18 anos  embuído plenamente do setor,  nos mostra que a família brasileira  divide-se em perfis tão distintos  quanto significativos.  O estudo, baseado em dados do IBGE, tardou aproximadamente 8 meses para  definir o público-alvo do mercado imobiliário…e descobriu-se que  os tipos de família  podem ser agrupados em  7 grupos com características bem marcantes.

O primeiro, o TRADICIONAL ,compõe-se de casal com filhos e representa 50% das famílias. Para se ter uma idéia, somente há 10 anos essa representatividade era de mais de 57%…

O segundo , o do PODER FEMININO, com mulheres poderosas chefiando o clã familiar, representando 28,5 das famílias.
O terceiro, resultado de comentado tema há  muito  em  voga: o da EMANCIPAÇAO FEMININA. Maurício Eugenio afirma que  para estes dois segmentos citados o que buscam se resume  nos itens  segurança e infra-estrutura completa de lazer, com escolas de balé e inglês  integradas ao condomínio, como única opção  para morar.
Seguimos adiante, com o segmento GERACAO ÚNICA, formado por casais sem filhos que representam 15,2%  do total de famílias e preferentemente são adeptas da área de lazer  dirigida a  adultos, como salões de jogos e de festas para compartir com amigos e familiares.
Temos ainda a faixa de  moradores sós, denominada INDEPENDêNCIA SOLITÁRIA compondo  10,4 %  do total ; ligada a este grupo há um segmento especial: o da MELHOR IDADE, idosos que vivem sozinhos. Interessante dado: as pessoas com mais de 60 anos totalizam 2,5 milhões de pessoas ou 10% da população do país!

Para finalizar,  batizamos de DIVERSIDADE  a categoria que inclui  o público homossexual ; não se possui estatísticas do IBGE para este segmento; entretanto, indicadores do censo GLS  calcula que 53%  dos gays têm entre 18 e 30 anos  e, destes,  20% moram sozinhos, 22% com o  parceiro e  52% com os  pais  ou outros parentes.

Com esse precedente, o importante agora, decididamente, é oferecer opções para todos os gostos. E certamente  as construtoras já estão assimilando estas faixas diferenciadas do mercado imobiliário.

Achei interessante o tema, queridos leitores,  por esta razão decidi comparti-lo com vocês.
Seguiremos com mais novidades nos setor. Acompanhem-me!

                                                                    Lila de Méndez

                                                        mailto:lila@imoveisvideo.com